quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Avistamento anómalo em Braga 2018

Localização - Braga

Data e hora - 17/01/2018 - 21:40PM 

Testemunha - Sr. Pedro Dias

Relato de observação...
"Gostaria de comunicar um avistamento em Braga de uma situação curiosa. 
Cerca das 21h40, desde a cidade de Braga, olhando para norte observei o movimento que parecia ser uma estrela aos zigues-zagues durante cerca de 2 minutos e depois estabilizou.
Este é impossível por qualquer meio mecânico. 

Foi visto no ponto cardeal norte relativamente à cidade de Braga. 
Situava-se entre o poste de iluminação e o poste de electricidade.
O objeto ou estrela ou seja lá o que for percorria distâncias gigantescas e depois voltava para trás, subia, descia.
Tudo muito estranho".

UFO Portugal Network
Se você viu o mesmo fenómeno poderá deixar o seu testemunho através do e-mail ( ufo_portugal@sapo.pt ).

Discovery Channel: Os contactos com extraterrestres vão ser investigados em “Alien Mysteries”



Desde há 50 anos que a ovnilogia é uma constante, já que a curiosidade humana é aguçada pela possibilidade de existir vida no espaço. Os últimos 50 anos de contactos extraterrestres vão ser investigados em  “Alien Mysteries”, que vai estrear no Discovery Channel no dia 29 de Janeiro, às 21:00.

 Nesta nova série uma equipa de cientistas viajará a todos os locais onde estão documentados avistamentos, contatos e pistas de extreterrestres, nos últimos 50 anos. Os especialistas vão dar voz aos protagonistas destes acontecimentos e analisar exaustivamente todas as provas recolhidas.

 Cada uma das histórias apresentadas será vista à lupa pelos especialistas que ao longo de seis episódios vão apresentar testemunhos credíveis, relatórios de investigação e provas tangíveis, tais como marcas físicas, fotografias, relatórios de radares e vídeos que, supostamente, corroboram a existência de visitantes vindos do espaço.

 Em “Alien Mysteries” serão vistas reconstruções de casos inquietantes como o de Matthew Reed, um fazendeiro de Indianapolis que, depois de perseguir no seu carro uma estranha luz alaranjada, viu como o veículo parou de forma brusca. Depois do sucedido, não se lembra de nada durante hora e meia.

Também vamos conhecer o caso de Corina, uma jovem mãe de dois filhos que, em julho de 1991, avistou um ovni em forma de bumerangue, do tamanho de um campo de futebol, que sobrevoou a sua casa a escassos metros do telhado.
“Alien Mysteries” vai estrear no Discovery Channel no dia 29 de Janeiro, às 21:00.

http://infocul.pt

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Jorge Gabriel da RTP um crente no fenómeno OVNI e vida extraterrestre


Para surpresa ou não dos leitores do UFO Portugal Network, Jorge Gabriel, Jornalista e apresentador do programa da RTP "A Praça", também é um crente no fenómeno OVNI e vida extraterrestre.

Assim o expressou no seu Blog pessoal a 6 de Setembro de 2016.

Leia na íntegra as suas palavras referentes ao fenómeno.

EXTRATERRESTRES E NAVES ESPACIAIS: I’M A BELIEVER!

Este texto devia ser acompanhado com a música de Ficheiros Secretos, porque vou falar-vos de extraterrestres e naves espaciais!
Pois é, pode ser uma surpresa, mas eu, Jorge Gabriel, acredito em extraterrestres e vou ficar extremamente desapontado se um dia descobrir que não existem mesmo.
Atenção, não acredito em homenzinhos verdes e com olhos esbugalhados que vêm à terra de 100 em 100 anos trazer-nos tecnologia de ponta.
Isso são os ETs dos filmes!

Mas acredito que é impossível estarmos sozinhos no Universo. 
Era só o que mais faltava, sermos donos e senhores disto tudo! 
O Universo é infinito e nós aqui neste cantinho nem fazemos ideia do que deve andar por aí a pairar.
Pensem bem nisto. 
Um ser extraterrestre pode ser qualquer coisa. 
Desde que se descobriu que já houve um oceano em Marte que é perfeitamente possível que tenha havido vida no planeta há muitos anos atrás. 
E haver vida pode querer dizer simplesmente que se desenvolveram algas ou pequenas bactérias. 

Se pensarmos que durante 1,5 biliões de anos existiram condições óptimas no planeta, e isto é mais tempo do que foi necessário para se começar a formar vida na terra, não é assim tão difícil perceber que é possível. 
E isto é fascinante!
Eu ando sempre a ver todas as notícias que saem da NASA, à espera do dia em que revelam que descobriram microorganismos num planeta do nosso sistema solar. 

É mais forte do que eu, e acho que todos temos essa curiosidade por saber o que anda por aí.

É claro que seria fantástico se os extraterrestres fossem mesmo aquelas criaturas que vemos nos filmes e digo-vos já que, se são mesmo, até gostava de encontrar um!
Mesmo com medo de ser raptado e levado para Marte, ainda o convidava para vir falar do seu planeta n’A Praça.

http://jorgegabriel.pt

Fica aqui o desafio a Jorge Gabriel, de levar o fenómeno OVNI ao seu programa na RTP.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

PILOTOS DA FAP OBSERVAM FEIXE DE LUZ SOBRE TOMAR


Data: 18 de Junho de 1975

Hora: Entre as 23H45 e as 00H15
Local: TOMAR, distrito de Santarém, província do Ribatejo
Testemunhas: Aníbal Fuentefria Jacinto, 26 anos, mais cinco tripulantes, todos pilotos militares, a bordo de um avião Cessna Skymaster em viagem de Lagos para a base de Tancos.

Condições meteorológicas: Céu limpo, com bruma no horizonte. Ausência de vento e temperatura de cerca de 15/18 graus. Visibilidade da Lua: negativa
Tipo de observação: LN (Hynek)
Índice de credibilidade: 3,38
Índice de estranheza: 3

SITUAÇÃO HISTÓRICA E GEO-MORFOLÓGICA

A cidade de Tomar está situada nas duas margens do rio Nabão, na base de um monte acastelado, a 135 kms de Lisboa, 60 de Santarém e a 30 de Fátima. 
É possível conjecturar acerca do seu povoamento em épocas recuadas mas carece-se de documentação anterior ao séc. XII. 
A origem de Tomar está ligada à existência das velhas povoações de Sellium, estação luso-romana da via militar Scalabis (Santarém) – Aeminium (Coimbra e de Nabância cuja implantação ainda hoje se discute. 
De salientar naturalmente a importância do Castelo de Tomar, fundado por D. Gualdim Pais, mestre dos Templários em Portugal, e que assentaria também em ruínas de uma povoação existente no morro onde foi implantado.

Quanto aos aspectos geológicos temos a considerar que Tomar está assente sobre calcários terciários. 
Os afloramentos jurássicos começam a 1 km ao norte da cidade. 
Os terrenos liássicos constituem uma banda N-S de seis kms ao longo do rio Nabão, estendendo-se por uma largura de 2,5 kms entre Pedreira e Casais. 
Na complexa tectónica desta área, sobressai uma rede de falhas geológicas de importância desigual que desenham uma rede ortogonal, ao norte da localidade.
A principal das falhas meridianas pode-se designar por falha de Nabão. 
Existe um primeiro grupo de falhas com uma orientação WSW-ENE e outro com direcção N-S. 
A leste do vale do Nabão, ressalta uma rede muito cerrada de anticlinais e sinclinais.

A outra região que nos interessa analisar sob o ponto de vista geomorfológico é a correspondente à vertical do lugar de imobilização do Ovni e que, pelos cálculos efectuados se situa sobre a Serra de Santo António, na região de Mendiga, aproximadamente. 
Trata-se de um maciço calcário jurássico, limitado a W e N por falhas normais. 
O planalto com o mesmo nome está recortado por diversas falhas de orientação NW-SE, por vezes injectadas por filões de rochas eruptivas doleríticas. 
Outras falhas, de direcção sensivelmente N_S, mais ou menos paralelas à estrutura tifónica da área, são também conhecidas. 
Sob o ponto de vista hidrológico, é uma região de morfologia kárstica, com numerosas bacias fechadas, grutas, algares e ribeiras subterrâneas.

A VIAGEM DE LAGOS PARA TANCOS

Num avião Cessna Skymaster, as seis testemunhas – quatro pilotos e dois mecânicos – seguiam viagem desde Lagos até Tancos, base militar onde pertencem. A rota passava à vertical de Fátima. 

Na região de Santarém o controle da Torre de Lisboa solicitou aos ocupantes do aparelho que, logo chegados às cercanias da base, tentassem identificar um alvo desconhecido que não respondia às chamadas feitas para o efeito. 
Aníbal Jacinto, um dos pilotos, pormenoriza os incidentes da viagem:
Estávamos a ouvir o controle de identificações de todos os aviões que entram no sector da base, quando, a umas 10/12 milhas da zona de Tancos, vimos o alvo que tinha a aparência da luz de anti-colisão de um avião e cuja presença estava a ser dada pelo radar planimétrico. 
Naquele momento, estávamos a uns quatro mil pés de altura. 
Sei que foi depois de Santarém que eles nos pediram para fazer a identificação do alvo. 
Este, estaria a uma distância de oito a nove milhas de distância da base, para Oeste, no sentido do Oceano Atlântico portanto. 
Nessa altura, seguíamos rumo à vertical de Fátima.

O comandante do avião acelerou-o até ao máximo permitido, tendo-nos aproximado do alvo a umas cinco milhas, segundo as indicações do radar. 
Aí, a luz começou a deslocar-se para Oeste e a acelerar de tal modo que a distância entre nós aumentou rapidamente até que a luz desapareceu na bruma do horizonte. 
Ficamos a umas 30/40 milhas de distância em pouco tempo. 
O aspecto desse alvo  - foi a única vez que o vimos  - era o de uma luz vermelha, do tipo anti-colisão. 
Tinha um pulsar ritmado e essa era a única luz visível. 
Quando nos aproximamos mais, reparámos que não se apagava como o flash, mas um pouco mais lento, talvez de um em um segundo ou de dois em dois. Entretanto, no mesmo momento, vimos um avião comercial da TAP que entrava no território e se situava a umas 10 milhas ao nosso lado. 
A luz era muito mais potente do que a do avião.

PENSAMOS NO ERRO DO RADAR

Estávamos a sul de Fátima. 
Quando vimos que não o podíamos alcançar, comunicamos com o controle de Lisboa e voltámos novamente para o bordo de Fátima para fazermos a descida para a nossa base. 
Quatro ou cinco minutos depois, aproximávamo-nos de Tomar, quando o radar de Lisboa nos informou que o objecto estava outra vez na zona. 
Começou a dar-nos indicações sobre a sua posição e nós movimentávamo-nos de acordo com as informações recebida. 
A dada altura ficamos a cerca de uma milha – distância que é quase a mínima que o radar consegue resolver – e não vimos luz nenhuma. 
Não nos tinha possibilidade de dar a altitude porque na altura o controle tinha uma avaria. 
Apenas nos diziam que estávamos a uma milha à esquerda, depois atrás de nós e ainda para o lado da nossa asa direita. 
Tanto assim que pensámos que o radar estivesse avariado e a dar-nos indicações trocadas: olhem, está uma milha à vossa asa esquerda – diziam: Virávamos para lá e logo emendavam: afastou-se agora para cinco milhas... . Andámos assim durante uns 20 minutos na área, até que, quando estávamos na vertical de Tomar, ao darmos uma volta sobre a esquerda, a três mil pés, o radar indicou-nos que os ecos estavam coincidentes no scope.

UMA LUZ INTENSA E SEM DISPERSÃO

Estávamos então a ser controlados pelo radar civil, tendo o de Montejunto tentado o radar em altitude. 
Logo nos disseram que os ecos estavam coincidentes. 
Olhamos para cima e para baixo, tentando descortinar qualquer coisa. Procurámos intensamente na zona e foi então que, quando estávamos a voltar para a esquerda, na sombra da nossa asa, vimos um foco de luz muito intensa e de forma oval, muito limitada e sem dispersão alguma.
Aquilo estaria a uns 500 metros ao nosso lado e a uma altitude superior à nossa porque vimos o foco mas não víamos a sua origem. 
Ele surgia já no enfiamento da nossa asa. 
Estávamos nessa altura a 900 metros de altitude e é difícil calcular o ponto de origem do foco. 

O ângulo de abertura do feixe luminoso, desde que surgia na nossa asa até ao seu encontro com o solo, abria muito pouco. 
Pelo que ele iluminou de Tomar – a praça principal – nós calculámos que seria, na base, uma elipse com cerca de 120/150 metros de comprimento maior por uns 75. 
O foco varreu a praça, dando a ideia de que tinha sido focado como se estivesse ligeiramente em movimento e daí que esse jacto de luz fosse varrer a zona durante uns dois segundos. 
Era uma elipse bastante excêntrica em virtude da inclinação que o feixe trazia. O que notámos desde logo foi a diferença com um tipo de avião que nós temos e que dispõe de um feixe potente mas cuja luz, ao chegar ao solo, se dispersa normalmente, com penumbra. 
Aquele não: onde caía era tudo branco, logo limitado pelo negro da noite. 
Não tinha esbatimento progressivo da penumbra. 
Estaríamos a uns 500 metros por sobre a periferia da cidade. 
O radar, dizia-nos que os ecos eram coincidentes porque o aparelho não tem poder de resolução para distâncias tão pequenas. 
A origem do foco estava por certo acima de nós. 
Ainda virámos para lá mas mal tentamos a manobra já o foco se tinha apagado e não vimos nada, nem sequer a luz vermelha que tínhamos visto de início. Suponho que, pela largura do foco na base, o ponto projector estaria, entre 150 a 300 metros acima de nós. 
Portanto, nós estaríamos a 3000 pés e ele a uns 4000 de altitude.

REPETE-SE O JOGO DO ALVO E DO AVIÃO

A cor do foco era branca, tipo holofote. 
Não nos apercebemos de movimento na referida praça, pelo facto de ser noite e também pelo escasso tempo de projecção. 
Só nos convencemos de que aquilo não era nenhum avião. 
Um dos pilotos que ia connosco experimentou um certo pânico porque constatou isso mesmo. 
Nosso não era, porque não tínhamos qualquer informação sobre outro movimento através da Torre de Lisboa. 
Aliás, quando fizemos o relatório para a Região Aérea disseram-nos igualmente que não havia aviões nossos no ar. 
Um outro aparelho que tinha feito a mesma viagem, 15 minutos atrás de nós, ainda ficou no local para ver se localizava alguma coisa já que estávamos com pouco combustível.

De facto, na altura da observação, tínhamos registado a posição do alvo como coincidente com a nossa. 
Como pouco depois voltamos para a base, o outro avião ficou na área tentando a busca, durante cerca de um quarto de hora. 
Andou também às voltas com o eco, como nos aconteceu a nós. 
Ora para a direita, ora para a esquerda, não conseguiu ver nada, ficando com a impressão que o radar de Lisboa não estava em boas condições. 
Nessa altura, o controle continuava a afirmar que tinha o objecto na mesma zona, sempre referenciado pelo radar.
Concluindo: o foco luminoso teria de comprimento mais de um quilómetro. Para iluminar daquela maneira só um laser. 
Nós temos helicópteros que tem um foco mais pequeno e dispersivo. 
Outros aviões, como os V 2 V 5 têm um projector que ilumina a longa distância mas dispersa a luz, sem dúvida. 
Outros aviões que passaram na zona, foram interrogados pela Torre sobre se viam alguma coisa estranha. 
De outras bases, viemos a saber que não houvera saídas de aviões. 
Por fim, a nossa Torre de Tancos também localizou o objecto. 
Aqui, o pessoal da noite parece ter tido uma certa experiência deste tipo de fenómeno, a que chamam luz fantasma. 
Por outras ocasiões, aconteceu o mesmo, segundo apurámos.

LUZ FANTASMA – VISITA FREQUENTE

Soubemos isto mal chegamos à Base. 
Logo o pessoal de serviço nocturno nos informou que também via a tal luz fantasma que pouco antes passara por ali. 
O sargento de serviço disse-nos que o fenómeno passara à vertical do aeródromo.

No fim de semana imediato, um dos tripulantes que fazia o nosso voo, o furriel Francisco, que estava de serviço às Operações, foi chamado juntamente com outro colega para ver a luz fantasma. 
Aí, identificou-a como sendo do mesmo tipo que havíamos visto sobre Tomar. 
A luz vermelha a lançar o mesmo foco de luz densa para o solo. 
O pessoal de terra viria a confirmar, aquando do nosso caso, a observação da mesma luz três ou quatro dias antes. 
O objecto encontrava-se na vertical da Base, deslocando-se no sentido vertical e horizontal com acelerações enormes que nem sequer são de helicóptero. 
Para uma imobilização daquelas só temos o heli ou os modernos aviões de descolagem vertical que são relativamente lentos a fazê-lo. 
Os pilotos que observaram esta luz disseram logo que não podia tratar-se de helicóptero. 
Além disso, não emitia o mínimo ruído. 
Enfim, não conheciam meio aéreo capaz de fazer aquilo.
Não vejo motivos para qualquer confusão. 
Nos aviões, a luz anti-colisão é vermelha e as outras, na ponta das asas, não deixam qualquer dúvida. 
O aspecto do alvo era apenas luminoso. 
Nas observações da Base era o mesmo foco de propagação instantânea com uns dois segundos de duração. 
Andou por ali a passear até que arrancou em grande velocidade. Havia bastantes chamadas para a Base por causa da tal luz. 
Uns e outros, perguntávamo-nos se havia aviões no ar mas nunca encontrámos justificação para uma coisa daquelas.

AS CONDIÇÕES DE VOO E DOS TRIPULANTES

Segundo o mesmo piloto, estava de facto bom tempo para fazermos voo nocturno sem problemas. 
Todos os tripulantes do Cessna estavam em boas condições físicas e psíquicas, portanto, de operacionalidade. 
As suas idades estão compreendidas entre os 21 e os 30 anos. 
Todos fizeram a observação a olho nu. 
O piloto que mais se assustou com o caso tem, inclusive, muitas horas de voo, cerca de 12 mil. 
Uns e outros eram conhecidas de missões em África e quando aquele viu o foco de luz, quis virar para o lado contrário mas o comandante de bordo forçou a manter o rumo e a alterá-lo para tentarem ver o foco.

Trocaram rápidas impressões sobre a natureza do fenómeno e a propriedade do mesmo, não conseguindo atribuir o facto aos aviões comuns. 
A testemunha citada e o furriel Francisco, que observaria um objecto semelhante três ou quatro dias depois, eram os menos experientes. 
Não se verificaram interferências nem no avião nem efeitos secundários nos tripulantes. 
A duração total do caso, foi de cerca de meia hora para o primeiro Cessna e mais 15 minutos para o segundo aparelho que o seguia e permaneceu na área.

Fonte: Revista Insólito nº 36 Novembro / Dezembro de 1978

OVNIs em Castanheira do Ribatejo


Relato referente ao ano 2011 extraído da web

"Uma vez que esta é minha primeira cache queria que fizesse referência a algo misterioso.
Numa noite com céu estrelado andava eu por ali com um amigo (joaodavidmateus), na altura que andávamos a aprender a conduzir ( há uns 7 anos atrás), e aquela zona ( como irão perceber) é bastante boa para treinar os pontos de embreagem, embora agora não seja possível ir para lá com carro.. Mas continuando.
Avistámos algo bastante intrigante.. 2 luzes no céu que se moviam rapidamente, a uma velocidade verdadeiramente surpreendente ( e agora dizem vocês: ..pois era um avião..) errado,
as luzes moviam-se a grande velocidades sem ser rectilineamente, isto é, faziam uns ziguezgues no ar, a uma altura considerável..
Pois bem avistámos este fenómeno durante uns 2 minutos mais ou menos, e depois aquelas 2 luzes muito brilhantes desapareceram sem deixar rasto ( ..e NÂO! Não estávamos com alcool a mais no sangue ou qualquer outra substância..).
A nossa conclusão foi: de certeza era um OVNI..ou dois".

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Montejunto 1982: Militar português desaparece durante uma hora após surgirem luzes misteriosas

Sabia que a primeira estação de radar em Portugal foi construída na Serra de Montejunto e começou a trabalhar em 1955? E que ainda é lá que funciona um dos três radares militares do solo continental, que “varrem” o nosso céu em busca de aeronaves não autorizadas ou objectos voadores não identificados?

O caso que se segue decorreu no ano 1982 em Montejunto na Unidade Militar da Força Aérea, em que um militar desaparece do seu posto de vigia sem deixar rasto.

Com o vento e o frio a arrepiar as almas vivas na serra de Montejunto, desapareceu misteriosamente um sentinela da torre – rapaz de 19 anos, bem constituído e protegido pela própria espingarda automática G3.
Da guarida, ninguém fugia por ser tudo a pique; nem subia porque a vista era plena. Só que o soldado desapareceu.

Chegaram então 40 militares para reforçar as buscas no meio do breu da noite e do mato.
Uma hora depois, 40 metros abaixo do posto de retransmissão de TV, ali estava ele.

Encolhido.

Branco.

Sem movimentos e com a mão cravada à espingarda. “Revelou que estava a ler quando viu um carro.
Saiu da guarida, com a espingarda em punho.
Viu então que o veículo com duas luzes não era um carro.
A única coisa de que se lembra depois foi de ter visto dois olhos amarelos”, diz Morais militar do acontecimento.

Informação recolhida do CM

Caças F-16 perseguiram Objecto Voador Não Identificado


Turquia enviou caças F-16 em Diyarbakir para interceptar OVNI, explica o Tenente-geral aposentado Dogan Temel, que também foi preso no caso de "Sledgehammer", a operação decorreu na linha da fronteira daquele país há 19 anos e foi explicada em detalhes. 

O incidente decorreu em 1999 entre a fronteira Turquia-Síria.
Ao Turquia enviou caças F-16 para reconhecimento de um corpo estranho detectado pelos radares.
Os sistemas eletrônicos dos F-16 foram bloqueados durante a sua aproximação, tendo em seguida regressado à Base , foi enviado para a região um helicóptero das Forças Especiais, que relatou não estar mais visível o suposto OVNI.
Este tinha simplesmente desaparecido.


Dogan também compartilhou fotografias que foram avaliadas como OVNIs e gravadas por soldados com uma câmera térmica.

Livro de Dogan que retrata os acontecimentos

Dogan Temel, que era um comandante do 7º Corps em Diyarbakır entre 1999-2001 e comandante assistente do comandante do Harp Akmedemiler em 2003.
Desta forma escreveu um livro a relatar todos os acontecimentos daquela operação de intercepção a um OVNI. 

Relatos OVNI antes do terramoto de 1755 em Lisboa.

Após 263, anos depois da maior catástrofe natural que atingiu Portugal, causando segundo se crê, 90 mil mortos em Lisboa e mais 10 mil em Marrocos. 

As ondas de choque foram sentidas desde o Norte da Europa, nomeadamente Finlândia, até ao Norte de África. 

A magnitude deve ter sido 9 na escala de Richter, seguido de um tsunami.
Pouco ou nada se fala nos fenómenos OVNI vistos e relatados na época pelo Padre Manuel Portal.
Dias antes “Bolas verdes”começaram a  cruzar os céus de Lisboa, e continuaram a ser vistos para Sul, inclusivé nos céus do Norte de África.
Os relatos da época assim o relatam.

Tudo aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755.

Como era Dia de Todos os Santos, as pessoas tinham acordado muito cedo para irem à missa.

• O cais da cidade afundou-se completamente e a água do rio Tejo começou a avançar para a cidade.

• Além do terramoto em terra, sentia-se o maremoto no mar e no rio. Os barcos que estavam no rio começaram a rodopiar e a afundar-se a pique.

• Abriram-se falhas na terra, em zonas como Alcântara, Sacavém, S. Martinho, Azeitão e Setúbal. Dessas falhas, surgiu água, vento e vapores.

• Passado algum tempo, houve um segundo abalo muito violento.
A cidade incendiou-se. As velas e as lareiras que tinham sido deixadas acesas ajudaram a chamas a crescer ainda mais.

• As pessoas que sobreviveram rezavam nas ruas, cobertas de pó.

• Durante horas, os abalos não pararam, embora já fossem mais fracos do que os primeiros.

Em Lisboa, a baixa estava praticamente destruída. Caíram casas, igrejas e edifícios públicos.

• Milhares de pessoas desceram até ao Terreiro do Paço para tentarem fugir dos incêndios e da queda de paredes e pedras.

• Levaram todos os pertences que puderam e tentaram apanhar um dos barcos que estavam a recolher pessoas. Mas as ondas do rio estavam tão altas que acabaram por arrastar os barcos e muitas pessoas se afogaram.

• Durante três dias, os abalos e os incêndios não pararam! O terramoto destruiu a baixa de Lisboa e fez ruir casas e monumentos por todo o país.

• Depois de passado o horror, o rei ordenou ao Marquês de Pombal que reconstruísse a baixa da cidade.

• Foi nesta época que se construiu a Praça do Rossio, o Arco da Rua Augusta e as ruas paralelas e perpendiculares da baixa onde agora é zona de compras.

• A maior parte dos monumentos que ficaram destruídos, foram depois restaurados.

• No entanto, houve alguns monumentos, como o Convento do Carmo, em Lisboa, em que não se fizeram obras, para simbolizar este acontecimento tão trágico.

Paulo Cosmelli
Registos históricos das viagens de Vasco da Gama e Cristóvão Colombo foram perdidos, e incontáveis construções foram arrasadas (incluindo muitos exemplares da arquitectura do período Manuelino em Portugal).
A família real escapou ilesa à catástrofe. 
O Rei D. José I e a corte tinham deixado a cidade depois de assistir a uma missa ao amanhecer, encontrando-se em Santa Maria de Belém, nos arredores de Lisboa, na altura do terramoto.
A ausência do rei na capital deveu-se à vontade das princesas de passar o feriado fora da cidade. 

Depois da catástrofe, D. José I ganhou uma fobia a recintos fechados e viveu o resto da sua vida num complexo luxuoso de tendas no Alto da Ajuda, denominado como Real Barraca da Ajuda, em Lisboa.
Tal como o rei, o Marquês de Pombal, Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra e futuro primeiro-ministro, sobreviveu ao terramoto.
Com o pragmatismo que caracterizou a sua futura governação, ordenou ao exército a imediata reconstrução de Lisboa.

Conta-se que à pergunta “E agora?” respondeu “Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos”
Na época alguém perguntou ao Marquês de Pombal para que serviam ruas tão largas, ao que este respondeu que um dia hão-de achá-las estreitas….
O novo centro da cidade, hoje conhecido por Baixa Pombalina é uma das zonas nobres da cidade. 

São os primeiros edifícios mundiais a serem construídos com protecções à prova de sismos (antí-sismicas), que foram testadas em modelos de madeira, utilizando-se tropas a marchar para simular as vibrações sísmicas.
Já as Legiões Romanas, não atravessavam pontes a marchar por causa do que hoje se conhece: a vibração.

Cá temos mais uma vez, uma demonstração de um conhecimento que só em pleno século XX se “descobriu”. Será mais correcto dizer: re – descobriu?
Fenómenos OVNI têem sido quase sempre relatados antes, durante e/ou depois de grandes catástrofes.
Será coincidência, ou haverá razões ainda não explicadas pela ciência e por outros conhecimentos?



Tenho um amigo, o Araújo de Brito, Comandante da Marinha de Guerra Portuguesa, que uma vez disse numa conferência que fizemos juntos: -“Será que estes fenómenos ligados a grandes catástrofes não poderão ser viajantes do tempo a assistir a factos que marcaram a história da nossa  civilização?”
Na altura achei completa ficção.
Hoje já ponho como hipótese.

Desde 1995 que se espera um outro grande terramoto para a mesma zona.
Os geólogos afirmam que as probabilidades são muitas.
Curiosamente, nos finais dos anos 70, uma série de luzes azuladas iluminaram durante dias, os locais da falha da placa tectónica onde se deu o terramoto de 1755. 

Foram relatados e fotografados grandes e demorados relâmpagos, acompanhados de estrondos enormes.
Chegaram a fazer várias figuras nos céus, como a de uma foiçe e martelo (símbolo utilizado pelo partido comunista).

Houve certos grupos espíritas, que disseram ter recebido comunicações de que civilizações extraterrestres estavam a soldar essa falha da placa tectónica.
Lembro que foi um desses grupos espíritas, que em 1917, meses antes das manifestações de Fátima, publicou num grande jornal da época uma comunicação, em que lhes foi transmitido que iriam dar-se os acontecimentos que tiveram lugar em Fátima.

Estaremos a ser protegidos por seres que nunca nos deixaram sozinhos, ou queremos acreditar que assim é?
Haverá mesmo alguém a olhar por nós a ponto de evitar mais catástrofes?
Ser houver, até quando temos essa proteção?

Matéria de Paulo Jorge Cosmelli para a Revista UFO

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Terá o governo Americano informações importantes sobre o avistamento OVNI de Rendlesham Forest?



As informações sobre o encontro com um OVNI mais conhecida de Suffolk podem estar contidas num dossiê retido pelo governo americano, de acordo com um ex-funcionário do Ministério da Defesa.
O incidente de Rendlesham Forest, ocorreu em dezembro de 1980, recebeu muita atenção dos meios de comunicação nacionais e globais ao longo dos anos e tem sido frequentemente chamado de Roswell da Grã-Bretanha.
Oficiais americanos estacionados no antigo site da RAF Woodbridge relataram ver estranhas luzes e uma nave alienígena em duas ocasiões na área da floresta ao redor da base.

Os céticos já criticaram as reivindicações de atividade extraterrestre alegando que os feixes de luz não eram mais do que luzes de um carro da polícia ou do farol de Orfordness.
Informações recentes vieram à luz nos Estados Unidos sobre investigação OVNI pelo Departamento de Defesa.
O jornal americano New York Times revelou que mais de US $ 20 milhões foram gastos no que se conhecia como o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais ou AATIP pelo Departamento de Defesa entre 2007 e 2012.

Outra publicação dos EUA, o Washington Post, afirmou que um relatório de 490 páginas deste programa continha alegados avistamentos históricos de OVNIs de diversos países estrangeiros, bem como dos Estados Unidos.

Nick Pope
Nick Pope foi o oficial responsável do Ministério da Defesa Britânico entre 1991 e 1994, onde conduziu uma revisão de avistamentos de OVNIs no Reino Unido.
"Por muitos anos, os EUA disseram que não tinham qualquer ligação ou interesse com OVNIs, mas o Pentágono desmentiu e admitiu ter um programa", diz Nick.

Não se sabe exatamente quais os detalhes que podem estar dentro do arquivo do Pentágono, mas Nick acredita que o incidente no Rendlesham tem que ter um argumento muito forte para a inclusão.
"É inconcebível para mim que informações sobre o incidente da Rendlesham Forest não estariam nesse dossiê, já que é o incidente OVNI mais conhecido e mais credível do Reino Unido e porque envolveu pessoal dos EUA nas bases da USAF", diz Nick.
"É um grande enigma.
Pode ser que o Pentágono tenha dados que mais ninguém no Reino Unido (mesmo no MoD) tenha sobre o caso e possivelmente uma explicação definitiva para o mistério Rendlesham Forest".


Quantos países não estarão envolvidos em programas secretos sobre investigação OVNI?

Os Governos libertam os documentos após serem cozinhados e preparados para o público, documentos em que maioria dos casos não revelam grande importância. Já os documentos mais importantes, esses continuam no segredo dos deuses.

Será Portugal um destes países!

domingo, 7 de janeiro de 2018

NASA pode ter encontrado vestígios de vida em Marte


Descoberta do jipe-sonda Curiosity causou tumulto na NASA, após capturarem imagens do que podem ser sinais de vida antiga em Marte.

O jipe-sonda em Marte tirou fotos do que podem ser vestígios de fósseis, de acordo com o pesquisador Barry DiGregorio.

DiGregorio, pesquisador da Universidade de Buckingham, disse: Eles parecem notavelmente semelhantes aos fósseis ordovicianos que estudamos e fotografamos aqui na Terra.

Se não forem fósseis, quais outras explicações geológicas a NASA irá dar? As imagens foram obtidas usando a MAHLI do jipe-sonda, uma câmera colorida montada no topo do veículo espacial.

Elas foram tiradas no início de 2018 e descritas como ‘únicos’ pelo cientista do projeto Curiosity.
 Os traços de fósseis são sinais de vida passada, seja dos restos mortos de criaturas vivas ou de coisas deixadas por elas.

Ashwin Vasavada, cientista chefe da missão Curiosity da NASA, disse que os vestígios têm entre um e dois milímetros de largura, com um comprimento máximo de cerca de cinco milímetros. 



Ele disse à Space.com que ‘não descarta’ que sejam vestígios fósseis.

Ashwin acrescentou: Eles são tão pequenos.

Estes foram únicos o suficiente, dado o fato de que não sabíamos que eles estavam lá, que agora achamos que devemos voltar [ao local onde os possíveis fósseis foram encontrados].
Se virmos mais deles, começaremos a dizer que este é um processo importante que está acontecendo na Serra Vera Rubin.

Fonte: Caicó Digital

sábado, 6 de janeiro de 2018

OVNIs no Alentejo: Aventuras de um Biólogo na Vidigueira

Segue o relato prestado pelo próprio biológo Ricardo Lima, durante um trabalho realizado na Vidigueira em Julho de 2009.

Relato...
Esta semana começou com uns dias pelo Alentejo a torrar ao Sol na companhia da Nadine. Fui fazer um trabalho de monitorização de aves na zona da Vidigueira, por causa dos blocos de rega do Alqueva! Basicamente tínhamos que registar todas as aves de rapinas que observássemos durante 1h em diferentes pontos. E alguns dos pontos montávamos um radar (como os dos barcos), para ver se ele detectava as mesmas aves que o observador. Ao todo montámos e desmontámos o aparato que se vê na foto abaixo (mais o que ficava na carrinha e não se vê) uma meia dúzia de vezes... Uma tarefa nada fácil com temperaturas quase nos 40ºC e que deixou a suas marcas!


Radar pronto para detectar as aves da planície alentejana.


Sequelas dos dias de trabalho no Alentejo, ou de não ter posto protector... O que vale é que o bronzeado à camionista está sempre na moda!
Para além desta tarefa diurna, que permitiu algumas observações interessantes (nomeadamente de rolieiro ;), tivémos um pequeno extra nocturno. Montámos o radar à noite, para tentar perceber se as aves também andam por aí a voar à noite. E pelos vistos andam. Ou pelo menos anda qualquer coisa. 
A migração nocturna nas aves é um fenómeno bastante conhecido, mas fora de época de migração é um pouco estranho andarem tantos OVNI no céu nocturno do Alentejo!!!! E se durante o dia já é difícil identificar o que o radar detecta, durante a noite é quase impossível, principalmente quando se tratam de objectos a 1000m de altitude. Enfim, este mistério há-de persisitir, pelo menos por mais algum tempo. Talvez morcegos???


OVNIs no céu nocturno da Vidigueira
Voltado a casa, 5ª foi dia de stress. A bolsa não vem, nem o resultado do TOEFL e o que já tinha chegado à Universidade, afinal não tinha... E para ajudar, uma vez que tinha que mandar muitos mails: a Internet tirou meio dia de folga.

riscas83.blogspot.com 

REPÓRTER DA RTP FILMA OVNI NA SERRA DAS MEADAS, PORTUGAL 1974


Recordando um caso dos arquivos nacionais que ocorreu no dia 2 de Abril de 1974, entre Viseu e Lamego, e que foi registado por um repórter da RTP...

Tudo começou quando o Sr. Aires destacado para Tarouca em serviço da RTP (Rádio Televisão Portuguesa), seguia de automóvel juntamente com outras pessoas, por uma estrada florestal entre Viseu e Lamego.
Eram perto das 13:00h quando no início de uma descida perto daquela última cidade, reparou num objeto luminoso suspenso no ar e a baixa altitude.
O objeto oscilava e apresentava duas tonalidades, branca e amarela.
Com toda a excitação quase não se lembrava que levava consigo a máquina de filmar.
Colocando de imediato a bobine na máquina, conseguiu com a teleobjectiva fixar pormenores que demonstram que algo de estranho se passou.
Estavam todos nervosos e durante 10 minutos, espaço de tempo em que o objeto se manteve a pairar encaixado sobre o vale, filmou até esgotar a bobine. Quando ia recarregar a máquina, o objeto começou a afastar-se no sentido norte-sul.
A luz era intensa e variável.
As oscilações e o brilho deslumbrou todas as testemunhas.
Na parte inferior pude notar, ainda que tenuemente, umas excrecências esféricas...não era avião ou helicóptero, tenho a certeza...por outro lado a localização do aparelho encaixado num vale, parece invalidar esta hipótese..." Afirmou José Aires correspondente da RTP e autor do pequeno filme.

As imagens foram divulgadas na época na TV nas notícias, e publicado no "Jornal de Notícias" do dia 5/4/1974. Infelizmente a gravação não se encontra em bom estado de preservação, sendo muito difícil a sua recuperação.
Por esse motivo não foi possível postar o registro do filme, que era uma prova importante do fenómeno OVNI no território português.

Fonte

O UFO Portugal Network já se manifestou aos arquivos da RTP, de forma a ter acesso ao referido vídeo para divulgação público em nome do Disclosure.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Portugal - Açores nos Arquivos Blue Book 26 Setembro de 1952


Poderá consultar esta informação gratuitamente através do Site Blue Book Archive

O UFO Portugal irá publicar gradualmente todos os arquivos contidos no arquivamento Blue Book, para melhor acesso do público a esta informação.





Será a vida extraterrestre parecida com a da Terra?



Investigadores do Reino Unido usam a teoria da evolução de Darwin para reflectir como poderá ser a vida extraterrestre. E sugerem que poderá assemelhar-se mais com a da Terra do que pensamos.


Foto
Visão de um alienígena que consta de um artigo científico de uma equipa de Oxford HELEN S. COOPER

Nunca conhecemos um extraterrestre, mas quando os imaginamos são sempre seres de outro mundo, tão diferentes do ser humano quanto as obras de ficção – cinematográficas ou literárias – o sugerem. Desde o nosso ET preferido, amigo de rosto achatado que gosta tanto de andar de bicicleta como qualquer outro miúdo, aos seres viscosos, feios e maus do filme de ficção científica Alien: Covenant (2017). E, enquanto não nos cruzamos com eles (se calhar andam entre nós, como acontece nos Homens de Negro, de 1997), continuamos a procurá-los lá fora, noutros planetas e mesmo noutros sistemas solares, a imaginá-los e até a prever como serão, para ver se não lhes passamos ao lado sem dar conta. Por isso, uma equipa de investigadores do Reino Unido decidiu usar a teoria da evolução de Charles Darwin para reflectir como é que a vida pode nascer noutros “cantos” do Universo e a que é que se assemelha. Conclusão: poderá ser mais parecida com a da Terra do que pensamos.

“Fazer previsões acerca de extraterrestres não é uma tarefa fácil”, lê-se no artigo científico intitulado Alienígenas de Darwin e publicado na revista International Journal of Astrobiology. E, se é verdade que até é bastante complicado, também é verdade que a crença na existência de vida extraterrestre, não necessariamente inteligente, tem adeptos na comunidade científica. Sobretudo com a descoberta de planetas extra-solares, em particular os rochosos semelhantes à Terra, situados na zona de habitabilidade. Portanto, à distância certa da sua estrela para terem uma temperatura amena que permita a existência de água líquida à superfície – como as “sete irmãs da Terra”, descobertas este ano em órbita de um “sol” a 40 anos-luz de distância de nós (o que em termos cósmicos não é nada).

Recuando no tempo, o primeiro planeta extra-solar foi detectado em 1995, há cerca de 22 anos, por Michael Mayor e o seu estudante de doutoramento Didier Queloz, do Observatório de Genebra, na Suíça. Foi assim que se descobriu que os planetas do nosso sistema solar não são os únicos no Universo. Mais tarde, já no século XXI, encontrou-se o primeiro planeta que se supunha ser rochoso, à volta da estrela mu Arae, a 50 anos-luz de distância. Mas, com dez vezes o tamanho da Terra, ainda havia um longo caminho a percorrer até à descoberta de uma “irmã” da Terra. Agora, a lista de todos os planetas extra-solares, desde os monstros gasosos até aos rochosos (aqueles que mais nos interessam por terem mais condições à partida, em conjunto com outros factores, tanto quanto sabemos, para que a vida evolua), já vai em cerca de 3500, todos na nossa galáxia, a Via Láctea.

Por outro lado, também existe um projecto de procura de vida extraterrestre inteligente, o SETI, que chegou a ser um programa da agência espacial norte-americana NASA nos anos 1990 e agora é gerido pelo Instituto SETI, uma entidade privada com sede na Califórnia (EUA). Foi fundado há mais de 50 anos por Frank Drake, que, graças a uma fórmula matemática, calculou que deveriam existir umas dez mil civilizações inteligentes no Universo. Este número até pode parecer exagerado, mas existem, segundo as estimativas, centenas de milhares de milhões de galáxias – por que razão, então, seria o nosso planeta tão único ao ponto de não existir vida, por mais simples que seja, fora dele?
Aliás, a humanidade já anda a sonhar com extraterrestres há mesmo muito tempo: o nosso ET preferido nasceu em 1982, pelas mãos de Steven Spielberg, e o filme Contacto (1997), numa adaptação do romance com o mesmo nome do famoso cientista Carl Sagan, onde Jodie Foster é uma cientista do SETI, celebra este ano o seu 20.º aniversário.
E muito antes disso, por exemplo, já o antigo primeiro-ministro britânico Winston Churchill tinha começado a escrever na véspera da Segunda Guerra Mundial, em 1939, e finalizado nos anos 50, um artigo de 11 páginas acerca deste grande mistério, sem se esquecer de salientar a importância da água em estado líquido. No ensaio Estamos Sozinhos no Universo?, Churchill dizia: “Poderá haver planetas extra-solares com tamanho suficiente para manter uma superfície com água e, com alguma sorte, uma atmosfera.”

Por que tem a girafa um pescoço comprido?

Condições geológicas necessárias à parte, sabemos ainda que a vida que se conhece na Terra é construída a partir de seis elementos químicos essenciais: hidrogénio, carbono, oxigénio, azoto, fósforo e enxofre. Estes compostos formam maioritariamente as moléculas das células. Portanto, à partida, quando procuramos vida extraterrestre é também por essa bitola que nos regemos. Outra bitola que podemos usar para prever como poderá ser a vida extraterrestre é, sugerem agora os cientistas de Oxford (Reino Unido), a teoria da evolução através da selecção natural de Charles Darwin.
Stuart West, do Departamento de Zoologia da Universidade de Oxford, e a sua equipa defendem que, até ao momento, no que toca a especular como poderá ser a vida extraterrestre, tem-se optado por uma abordagem muito mecanicista, referindo-se às teorias que afirmam que todos os fenómenos que se manifestam nos seres vivos são mecanicamente determinados e, em última análise, essencialmente de natureza físico-química. 
E dão-se dois exemplos no artigo científico dessa abordagem: o de podermos prever que os extraterrestres terão olhos, porque os órgãos oculares evoluíram pelo menos 40 vezes na Terra e são relativamente universais; e o de prevermos que os extraterrestres também seriam baseados em carbono, tal como nós, porque é um elemento muito abundante no Universo.

“Mas não há razão teórica para que os extraterrestres não possam ser baseados em silício e que não tenham olhos”, alertam. Por outro lado, chamam a atenção, “a selecção natural não depende nem de um determinado sistema genético nem de um material genético, composição elementar ou tipo de planeta específico”, explicam os investigadores no artigo, que até é acompanhado por ilustrações de possíveis alienígenas e suas complexidades. “Se existir hereditariedade, variação e sucesso diferencial, a selecção natural ocorre.”

Adicionar legenda

Ora, quando Darwin escreveu a sua obra-prima, Sobre a Origem das Espécies por Meio da Selecção Natural(1859), estava longe de saber que os seres vivos evoluíram a partir de uma molécula, a que agora chamamos Ida, que se conseguiu copiar a si própria e, depois, armazenar informação num código genético. E que, mais tarde, a Ida daria origem ao Luca, que é o antepassado mais recente partilhado por toda a vida na Terra e que terá existido há mais de 4000 milhões de anos. Mas Darwin já sabia que a vida é, muito resumidamente, um sistema de replicação e que, cada indivíduo, ao transmitir aos descendentes as suas características, pode originar variações – que, sabemos agora, podem ser más (herdar uma doença genética) ou boas (resistir a um vírus).
Darwin também sabia que é a constante acumulação de tais variações através da selecção natural que, quando benéficas para o indivíduo, dá origem às mais importantes modificações de estrutura que, nas sábias palavras do naturalista, “tornam os inumeráveis seres que habitam a superfície da Terra capazes de lutar entre si e os mais bem adaptados a sobreviver”.
Por exemplo, por que é que as girafastêm o pescoço tão comprido? Esta é uma questão que ainda se mantém em aberto na comunidade científica, mas uma das possíveis respostas culpa a selecção natural: foi para atingirem o alimento cada vez mais alto nas árvores. Tal como as girafas se “adaptaram” ao ambiente (acumulando variações até desenvolverem tanto um pescoço comprido como um coração poderoso, capaz de bombear sangue dois metros acima do peito), os extraterrestres provavelmente também se estão a “adaptar” ao que os rodeia. E, se precisarem de chegar a um sítio mais alto para se alimentarem, também é provável que tenham pescoços compridos. Ou, como os seres humanos, que tenham construído instrumentos para lá chegar.

“A equipa de Stuart West – que é até um autor muito conhecido pelos seus estudos sobre a evolução de organismos com sistemas de cooperação muito elevados, como as abelhas e as formigas – adopta uma abordagem que é diferente de outros autores que olharam mais para os constrangimentos [o ambiente de outros planetas]”, refere ao PÚBLICO o biólogo Paulo Gama Mota, da Universidade de Coimbra. A alternativa proposta é, portanto, olhar não apenas para o ambiente mas também para a evolução: como é que os extraterrestres podem ter evoluído? Se acreditarmos que a vida extraterrestre também está sujeita à evolução através da selecção natural, então os quatro investigadores de Oxford pensam que evoluiu muito provavelmente de forma semelhante à vida na Terra. “Não podemos prever quais as transições evolutivas, mas, do que sabemos, é provável que elas também aconteçam”, frisa o biólogo português.

“Se estivermos a falar de um planeta muito recente, não podemos esperar formas de vida muito complexas. Tomando como exemplo a vida na Terra, num planeta mais novo será de esperar que as formas de vida sejam mais simples, até porque as transições evolutivas não são fáceis e acontecem relativamente espaçadas no tempo. Por outro lado, é muito difícil prever a vida num planeta que tenha tido mais tempo do que o nosso para evoluir. E é muito possível que um planeta com a mesma idade da Terra tenha formas de vida inteligente”, sublinha Paulo Gama Mota. “Diria que o que nós podemos esperar é formas de vida que, seguramente, têm sistemas de reprodução e onde há formas de competição, como o canibalismo e o parasitismo, por exemplo, mas também de cooperação, porque decorrem da selecção natural.”

É assim, com esperança, que ficamos à espera de mais novidades sobre histórias de “irmãs da Terra”, extraterrestres e a origem das espécies noutros mundos. Será, então, a altura perfeita para lembrar que, um dia, já muito distante, George Lucas imaginou um sistema com dois sóis e que essa fantasia do planeta Tatooine, casa de Luke Skywalker, não é (desde 2011) apenas mais uma fantasia: existe mesmo um planeta de onde se pode assistir a dois pores do sol. E, talvez num futuro mais próximo do que possamos imaginar, os extraterrestres deixem de ser ficção científica, com ou sem pescoços compridos.

Texto editado por Teresa Firmino www.publico.pt

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Vídeo: Fenómeno luminoso no céu da Colômbia deixa população em pânico





O Estranho fenómeno de luzes no céu deixou população em alarmada na Colômbia.

O incidente decorreu na noite 30 Dezembro pelas 19:30 PM, em Ocana e outras regiões ao redor.
O incidente registado por várias centenas de pessoas, rapidamente se tornou viral nas redes sociais com vídeos e fotos.

Os mais curiosos apontam o fenómeno como ovni, os mais religiosos falavam no fim do mundo, as pessoas acreditam que essa luz ou objecto luminoso teria pousado não muito longe da região.
Foi observada a descer dizem os populares a alguns jornais locais e nacionais... As autoridades colombianas ainda não encontraram uma explicação plausível para o sucedido, estando desde então a trabalhar neste caso na tentativa de desvendar todo este mistério que deixou várias centenas de pessoas com medo, algumas temendo pelas suas próprias vidas.